sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Conselhos para Homens
Estava conversando com BeBowie sobre um case meu. Estava contando a ela nossa última conversa e disse que falei pra ele que espararia ele ligar. Qual foi a resposta dele? "Mas você pode me ligar também quando quiser sair comigo". Discutindo sobre essa resposta, que pode até parecer normal, mas não é concluimos:
"Tudo bem que queimamos sutiãs, lutamos por salários iguais, queremos reconhecimento, não gostamos do título sexo frágil, etc etc. Mas tem alguns cavalheirismos que fazem bem."
Tenho a sensação de que as mulheres mudaram muito, mas os homens não mudaram nada e quando tentam se mostrar diferentes, eles simplesmente erram.
Queremos alguns direitos iguais sim, mas o convite pra sair sempre vem do homem. Queremos salários iguais, mas o homem pagar a conta no primeiro encontro é importante. Não somos o sexo frágil, mas se sentir protegida conta muito a favor do cara.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Conselhos para Homens
Sempre que possível vou escrever aqui o que falamos em nossos papos e cafés ou papos e cerveja e que possa servir de dica de como lidar com uma mulher.
"Conselhos para Homens" é uma tentativa utópica de fazê-los entender as mulheres.
Conselho by BeBowie - Não sejam tão pretenciosos! As vezes queremos apenas uns beijos mesmo.
Estávamos falando sobre o medo que os homens muitas vezes têm de que nós estamos buscando namoro sério, casameno, etc ...
"O cara tem medo que você apareça no próximo encontro com o padre a tira-colo? Sabe o que eu acho as vezes? Que os caras "se acham" demaisssssssssssssssss! Eh sabe? Tipo ... só porque a gente quer dar uns pegas novamente [porque veja bem, muitas vezes o que queremos é isso mesmo: UNS PEGAS] eles acham que a gente já quer namorar, apresentar pra família! Ah alô né? Século 21. Eles deveriam colaborar mais e todos seriam bem mais felizes."
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Dicas de Leitura: Marian Keyes

Segue ordem de lançamento dos livros:
Melancia
Aos poucos vou contando aqui um pouco de cada um dos livros que eu já li.
Bom, fico por aqui, correndo pra comprar Casório ou Los Angeles, que são os que faltam na minha coleção, e sempre esperando que Marian lance mais livros.
domingo, 27 de setembro de 2009
Revista Claudia de Setembro
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Livro da Semana
Depois de O Diabo Veste Prada, Lauren Weisberger lança seu novo livro:
domingo, 26 de julho de 2009
Ensaio sobre a Cegueira
Na faculdade cheguei a ler um trecho, na pós tive acesso a mais algumas partes desse livro mas nunca me interessei em lê-lo por inteiro, talvez porque a cada aula em que falávamos sobre esse livro e sobre o tema, nós esgotássemos o assunto e isso já me deixava satisfeita.
Enfim, ano passado o livro Ensaio sobre a Cegueira, do português José Saramago, se torna filme. Lembro de ter me interessado muito quando este estreiou no cinema, mas acabei por não assistir. Sexta, voltava do trabalho pensando que tudo que precisava seria filme + pipoca + cobertor. Na locadora, procurava por coisas bem banais, pelos filmes que eu gosto (comédia romântica), mas estavam alugados, então me deparei com a caixinha de Emsaio sobre a Cegueira e não tive dúvidas.
Ontem anoite assisti ao filme.
Claro que não poderia ser diferente, acordei hoje com o filme na cabeça. Repensei as cenas, busquei informações na internet, conversei com amigos e mesmo sem ler o livro (o que pretendo fazer em breve) ficou claro pra mim que Fernando Meirelles conseguiu expressar de forma fiel o livro nas telas. O que posso dizer é que você desliga o DVD com uma sensação ruim, algo incomodando, é um filme que vai mexendo com você a cada cena, vai testando seus valores, seus ideais, inclusive suas definições de dignidade, ética, certo e errado.
Pra quem puder e quiser, vale a locação!!!
Querendo mais informação? Abaixo um trecho retirado do wikipédia sobre o enredo do livro, que pode ser lido como enredo do filme:
"O romance aborda a emergência de uma inédita praga de uma repentina cegueira abatendo uma cidade não identificada, inexplicável e incurável. Tal "cegueira branca" — assim nomeada pois as pessoas infectadas percebem em seus olhos nada mais que uma superfície leitosa — manifesta-se primeiramente em um homem sentado no trânsito e, lentamente, se espalha pelo país. Aos poucos, todos acabam cegos e reduzidos, pela obscuridade, a meros seres lutando por seus instintos. À medida que os afectados pela epidemia são colocados em quarentena, em condições desumanas, e os serviços estatais começam a falhar, a trama segue a mulher de um médico, a única pessoa que não é afectada pela doença que cega todos os outros.
O romance nos mostra o desmoronar completo da sociedade que, por causa da cegueira, perde tudo aquilo que considera como civilização e, (tal como em A Peste, de Albert Camus) mais que comentar as facetas básicas da natureza humana à medida que elas emergem numa crise de epidemia, Ensaio sobre a cegueira mostra a profunda humanidade dos que são obrigados a confiar uns nos outros quando os seus sentidos físicos os deixam. O brilho branco da cegueira ilumina as percepções das personagens principais, e a história torna-se não só um registro da sobrevivência física das multidões cegas, mas também das suas vidas espirituais e da dignidade que tentam manter. Mais do que olhar, importa reparar no outro. Só dessa forma o homem se humaniza novamente.
Na contracapa: "Se puderes olhar, vê. Se podes ver, repara.", citado do "Livro dos conselhos", de El-Rei Dom Duarte.
sábado, 25 de julho de 2009
Porções de Cultura

